O envio dos produtos deverá estar acompanhado de Certificado Fitossanitário emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária. Tanto para as estacas quanto para as mudas, constarão no documento informações sobre a inspeção oficial durante o período de crescimento e a não detecção de pragas. Os produtos também devem encontrar-se livres do fungo Spilocaea Oleaginea, de acordo com o resultado da análise de laboratório.
As mudas poderão vir acompanhadas de substrato inerte e desinfestado, devendo constar no documento informações sobre o produto utilizado para o controle de insetos, se for o caso, e a forma como o tratamento foi realizado, incluindo temperatura e o tempo de exposição.
As partidas importadas poderão ter amostras coletadas e enviadas para análise em laboratórios oficiais ou credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De acordo com o secretário adjunto de Defesa Agropecuária do Mapa, Ricardo Cunha, “os custos desses testes serão do interessado pela compra, que não poderá comercializar nem plantar o produto até que sejam concluídos os exames”.
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