O prefeito admitiu ampliar o número de vagas do concurso, que previa a contratação de 572 pessoas. No novo certame, deverão ser incluídos os médicos do Programa Saúde da Família (PSF).
NOVA EMPRESA
Durante a entrevista coletiva, o prefeito disse que o cancelamento deveu-se à polêmica estabelecida e à consequente orientação do Ministério Público, que discordou da forma de escolha da empresa, através de Carta Convite. Para o MP, pela magnitude e quantidade de vagas (um dos maiores concursos a ser realizado no Sertão da Paraíba), o ideal seria a realização de um pregão.
O prefeito não soube precisar o número de inscritos e assegurou que o concurso será realizado, antes ou depois do período eleitoral, dependendo dos encaminhamentos e da legislação, mas marcou para a próxima segunda-feira uma reunião com a comissão responsável. O objetivo é dar início às providências, a partir da licitação, para a contratação de uma nova empresa.“Não adianta escolher uma empresa de Patos, ou de onde quer que seja, se o prefeito tiver um direcionamento ou se tiver usando de má-fé. O que nós queremos é que o concurso seja sério e que, em nenhum momento, as pessoas possam duvidar da seriedade do governo, porque o que está em jogo é o meu nome e o nome da cidade de Patos, que nós temos que honrar em todo momento”, justificou Nabor. (Com informações de Damião Lucena)

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