Os genes são identificados como CYP1A2, muito conhecido por desempenhar algum papel no metabolismo da cafeína, e outro denominado RHA, que afeta a regulação do CYP1A2. Esses genes estão presentes em todas as pessoas, mas aqueles que apresentam a variação chegam a consumir 40 miligramas de cafeína a mais diariamente. Os pesquisadores dizem que é provável que a genética desempenhe um papel importante em outros comportamentos, tais como consumo de álcool e tabagismo.
sábado, 9 de abril de 2011
DNA pode influenciar no consumo da cafeína
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